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de costas pr'ó mar

por Mariana Sofia

20
Jan18

Desafio 52 semanas | Coisas para se fazer no calor

O desafio desta semana é mesmo a minha cara. É que foi mesmo escolhido a dedo, porque andei a semana toda a reclamar do frio, ao mesmo tempo que sonhava com o dia em que voltarei a sentir a areia nos pés. O sol a bater-me nas costas. As sardas. O sol a entrar pela janela e a deixar-me de sorriso rasgado. O chinelo no pé. A toalha de praia debaixo do braço. A máquina fotográfica na mão. E um sorriso rasgado por ter a oportunidade de poder aproveitar cada minuto de sol e de calor.

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* A praia é o melhor sítio onde ir quando os dias começam a ficar mais quentes. É o melhor sítio para se ir quando estão aqueles dias tão quentes, que parece que sufocamos. É o melhor sítio para sentir tudo o que há para sentir.

 

* O pôr do sol é das melhores coisas que temos o privilegio de poder admirar quando os dias estão mais quentes. Especialmente quando fica raiado de cor de rosa e amarelo. Sinal de um dia quente que se aproxima.

 

* A máquina fotográfica (ou um telemóvel com câmara) é imprescindível esteja calor ou frio. Seja verão ou inverno. Mas poder tirar fotografias nos dias quentes é o melhor que podemos fazer. Porque a luz natural é tão especial e confere uma luminosidade à memória dos momentos quentes, que seria impossível captar no inverno. E se captarmos o pôr do sol, melhor ainda.

 

* Calor é sinónimo de passear. E muito. Já basta termos dias suficientes no inverno para poder ficar em casa e descansar. O verão, o calor, os dias mais compridos são sinónimos para passear, para descobrir. E os lugares estão prontos para serem descobertos.

 

* É no verão que se comem os melhores petiscos. Porque é no calor que apetece beber um sumo e comer umas tábuas. Com uma sidra também calha bem. Com um final de dia perfeito, o que se quer mais?

 

* E, calor sem gelados, não é a mesma coisa. Porque refresca e alimenta. E se for uma bola de bola de Berlim e a cereja no topo do bolo. Oh Santini, as saudades que eu tenho de te dar uma trinca…

beijinhos **

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19
Jan18

n.º 22, a semana em fotografias

Que saudades que eu tinha de sair da cama e não ter uma lista infindável de coisas para fazer. Os dias têm sido planeados em função do frio que faz e do sol com que somos brindados. Se está sol, vamos passear, fazer coisas giras, tirar umas fotografias. Se está a chover, ficamos por casa. E que bem que sabe. Não, eu continuo a não gostar do inverno.

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SextaChill all day. É que não há melhor forma de terminar a semana. Foi um dia inteirinho sem fazer nada. Foi um dia dedicado ao blog e ao sofá. Existem sempre arestas a limar, e pormenores para acertar. Desafios para preparar, emails por responder. Coisas giras para inventar.

 

Sábado – Futilidade do mês: manutenção de gel.

 

Domingo – Se a manhã é de limpezas, a tarde é dedicada às séries. Foi dia de Chicago Fire. Gosto muito. É uma série que acompanho desde o início (ou quase, vá). Só sigo duas séries, afincadamente. Quero ver mais uma (ou duas, no máximo dos máximos), alguma sugestão?

 

Segunda – Apesar do sol, o frio faz-se sentir. Não deixa ninguém indiferente. Já ninguém aguenta este frio, e as saudades dos dias quentes começam a fazer-se sentir. Estava demasiado frio para ir passear, da Primark saíram estas velas e camisola/casaco amarela(o), com um pormenor na manga bem cute.

 

Terça – Eu gosto muito de sair de casa. Eu gosto muito de ir às compras. Mas estar quase 2h a percorrer todas as lojas de um centro comercial para comprar apenas um casaco, é demasiado para mim. Homens, e as suas crises existenciais. E eu com os cabelos em pé, por querer vir calçar os meus ursos mega quentes, unf.

 

Quarta – Há dias em que é preciso uma motivação extra. Porque há dias em que não se faz nada de jeito. Porque precisamos de pôr as ideias em ordem. E porque nem sempre existem coisas giras para se fazer.

 

Quinta – O momento alto de um dia nem sempre são as coisas que fazemos durante o dia. Porque foi dia de ir vender um livro e comprar coisas para a despensa. To boring. Já o Lourenço Ortigão está sempre a fazer as delícias das tuas amigas, que não se controlam com o homem em tronco nu, no instagram. E só de pensar que estive tão pertinho dele, ai.

beijinhos **

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18
Jan18

10 perguntas sobre o inverno

O inverno nunca mais acaba. E nunca mais começam as primeiras alergias da primavera. Se soubessem as saudades que eu tenho vossas. E dos primeiros raios de sol quentinhos a baterem-me nas costas. Eu não gosto do inverno. Pronto. Nem da chuva. Nem do vento. Muito menos do frio, que me greta as mãos, põe os lábios num estado lastimável e me faz ter um nariz vermelho, sem sequer estar constipada. E, mesmo não gostando do inverno, tenho que me adaptar e passar a suportar melhor. Por isso, vamos lá ver como é que isso é possível com 10 perguntas lançadas pela Maria.

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* O que mais gostas no Inverno?

O facto de estar com a botija de água quente nos pés, enrolada numa manta, a ver um filme. Ou a ler um livro.

 

* Qual é a tua peça de roupa preferida no Inverno?

Malhas. Malhas todos os dias. Pijamas todas as noites e todos os fins de semana.

 

* Qual é a tua comida preferida no Inverno?

Doces de comer à colher. E chocolates, muitos chocolates.

 

* E a tua bebida preferida?

Chá e café.

 

* Para ti o que é um dia perfeito no Inverno?

Estar sol. Estar quente. E sentir que a primavera está quase a chegar.

 

* Quando pensas em Inverno, quais são as primeiras 3 coisas de que te lembras?

Chuva. Frio. Natal.

 

* Qual é a tua música de Inverno preferida?

As mesmas do verão. Da primavera. E do outono.

 

* Qual é a melhor memória que tens desta estação?

Todas as que tenho do Natal. É a única coisa de que gosto realmente no inverno.

 

* Qual é o teu filme de Inverno preferido?

Os mesmos do resto do ano. Gosto muito de ver filmes, mas acho que não tenho uma lista favorita. Daqueles que se veem mais do que uma vez.

 

* Se eu pudesse realizar um desejo este Natal seria...

Saúde. Para todos os que me rodeiam. E para todos os que me fazem bem.

beijinhos **

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17
Jan18

Fui à Primark e sobrevivi.

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Shopaholic assumida. É uma terapia, acreditem em mim. Não preciso de ir às compras, com um determinado propósito. Basta-me ir ver as montras, tocar nas peças de roupa, ir para o meio da confusão, num fim de semana aleatório. Vá com uma lista pensada ou não, gosto de definir as lojas a que quero ir. É escusado ir a uma loja onde sei, à partida, que não vou comprar nada. Ou porque não faz o meu estilo. Ou porque na minha carteira não abundam verdinhas.

 

A Primark é uma loja especial. Não, não passo lá a vida. Para bem da minha sanidade mental. Vou lá de vez em quando. Talvez uma três vezes, durante um ano inteiro. Os básicos são muito bons. Porque duram imenso tempo e são baratos. Os pijamas são tão confortáveis e quentinhos. Os tops e calções para a praia, para além de giros, são a um preço bastante acessível. As velas têm aromas suaves e são ao preço da chuva. E depois existem as surpresas. Como aquela camisola que andamos à procura desde que começou o outono, e que encontram como que por magia. No meio dos saldos, num dia de pouca afluência, a uma hora morta.

 

Sim, é possível nutrir tal afeto por um simples casaco, do qual farei camisola, amarelo, com um pormenor nas mangas que é só o que lhe dá uma graça. O preço? 3€. Alguma vez pensei eu comprar uma camisola por esta módica quantia? Nem nos meus sonhos. E as velas? 0,80€ (só de pensar que já dei 10€ por uma, ai). E sim, é possível ir à Primark, sem andar em confronto visual e físico com as pessoas. É possível ver as peças de roupa nas mesas centrais, e escolher um tamanho, sem que aquilo pareça a mesa da cueca a 1€ na feira. E é ainda possível circular pelos corredores desobstruídos. Basta escolherem um dia de semana, em época de aulas. Principalmente nas horas mortas. Ou logo de manhã, assim que o centro comercial abre. Garanto que a ida à Primark irá render.

beijinhos **

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16
Jan18

#9 conversas de autocarro | "Vou chular o meu pai"

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(imagem retirada do Pinterest) 

Não sou adepta de frequentar transportes públicos. Sou daquelas pessoas que prefere estar uma hora parada no trânsito, mas não estar com centenas de pessoas em cima de mim, a respirarem o mesmo ar que eu. Prefiro ter que pagar parquímetro ou andar a fugir dos senhores da Emel, ao invés de ter que esperar 30 minutos por um autocarro, ou 10 minutos pelo metro, na melhor das hipóteses. Mas, há uma coisa que eu gosto de fazer quando tenho, obrigatoriamente, que frequentar os transportes públicos. Observar os comportamentos alheios.

 

Os comportamentos dos outros fazem-nos pensar. Principalmente quando os seus autores são pessoas mais novas. E quando são adolescentes, a coisa ainda se torna mais interessante. Porque me levam a questionar o porquê de agirem assim. Ou utilizarem determinadas expressões. Penso na minha adolescência, que ainda está bem fresca na minha memória, e tento recordar-me daquilo que também eu já fiz. 

 

“Vou chular o meu pai”, dizia uma rapariga que teria não mais do que 16 anos. Estava com uma amiga e vinham ambas das compras. A autora deste comentário bastante triste, achava que ainda precisava de mais dois casacos, mas primeiro tinha que ir chular alguém (palavras dela, não minhas!). O pai deveria ser o alvo mais fácil, a quem extorquir alguns trocos. Estava a mirar o casaco da amiga, fazendo toda uma ginástica para conseguir ver a marca do mesmo. Provavelmente iria comprar igual, mas com o pelo em rosa (sim, são aqueles casacos verdes, com o pelo em rosa, vermelho ou amarelo...).

 

Eu não compreendo. Nem quero, a sério. Podem dizer-me que é fruto das companhias, o que eu não discordo totalmente. Podem dizer-me que é do meio onde vivem, e aí já vamos ter uma verdadeira discussão. Podem dizer-me que é fruto da educação, e eu apoio incondicionalmente. Independentemente disso, acho que é preciso ter respeito pelos nossos pais, principalmente se forem eles que nos permitem ostentar aquilo que vestimos. Este tipo de comentários que oiço frequentemente por parte daqueles que são mais novos do que eu, mas não tanto, chocam-me, mas deixam-me perdida. Sem saber o que vai naquelas cabeças. Se são valores ou se são marcas.

beijinhos **

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