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de costas pr'ó mar

Mariana Sofia

24
Jan18

Frankie, uma paixão arrebatadora

O melhor de estar de férias é poder organizar o tempo consoante aquilo que quero fazer. E a disposição com que acordo para tal. Não sou pessoa de ficar um dia inteiro em casa a ver televisão. Não gosto e isso cansa-me. Prefiro trabalhar no blog e ler um livro. Ou ver uma série. Ou cozinhar. Ou ir caminhar. Ou qualquer coisa que me mantenha ocupada, sem ser um ecrã televisivo. E depois surgem aqueles dias perfeitos, em que temos planos para ir passear e testar novas coisas. Porque eu posso. Porque eu mereço. Porque eu gosto de ir passear. E porque gosto ainda mais de ir comer fora. Como não tenho varanda, vou mais longe.

 

O Frankie foi o escolhido para o final da semana que passou. E dou-vos já um spoiler: que bela maneira de acabar uma semana. Porque estava sol. Porque estiveram 17º. E porque o Frankie tem só os melhores cachorros. Nem a fila que estava à porta quando lá chegámos, nos demoveu. E valeu a pena.

 

Fomos ao Frankie do Saldanha. O sistema é de pré-pagamento, com os menus cá fora. A fila permite-nos escolher aquilo que queremos pedir, entre uma infinidade de cachorros com combinações de ingredientes bastante apetecíveis, duas sobremesas por dia da semana, e 3 tipos de limonada e outras bebidas. O atendimento é bastante rápido para a afluência de pedidos que têm. Estão sempre a entrar pessoas, e o espaço é grande. 

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É então um Crispy Cheddar — mostarda com mel, salsicha Frankfurt, queijo cheddar derretido e cebola crocante — uma limonada de maracujá e batatas fritas acompanhadas por maionese de limão e maionese de alho. O equilíbrio entre tudo estava perfeito. O Crispy era tão bom, que foi amor à primeira dentada. A decisão de voltar apoderou-se de nós, porque queremos experimentar tudo. E repetir as batatas com as duas maioneses que estavam deliciosas.

beijinhos **

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10
Jan18

Chiado Café, e duas barrigas desaconchegadas

Um novo ano pede novas experiências gastronómicas. Há sítios onde quero muito ir, outros onde quero apenas matar a minha curiosidade. Mas espero uma coisa de todos: que se revelem boas surpresas e que não me desiludam. Ainda para mais depois de uma manhã a fazer limpeza e, de uma tarde a fotografar.

 

A primeira experiência gastronómica de 2018 não correu bem. Um verdadeiro fiasco, confesso. A primeira opção, Casinha Boutique Café, estava fechada. O Chiado Caffé foi a nossa segunda opção, mas "muita parra para pouca uva". A sua nota no Zomato não é muito alta, é verdade. Mas também não é baixa. E os comentários dividem-se entre o excelente e o péssimo. Arriscámos, e mal.

 

O espaço é pequeno. O atendimento é mau: empregados nada simpáticos e com cara de poucos amigos. A saudação ficou em casa, o que me desagradou de início. A montra dos bolos e salgados é muito rica e tudo com um aspeto delicioso. Pena que é só de aspeto. Pedimos um croissant com doce de ovo e amêndoa e um croissant de chocolate. Para beber, um sumo de laranja e um capuccino.

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Os olhos comeram melhor do que o paladar. Os croissants eram bons, mas nada de especial. Ambos tinham pouco recheio, mas o de doce de ovo, pouco ou nada se sentia. O de chocolate era demasiado enjoativo. O sumo de laranja era um sumo natural, sem grande acrescento. Já o cappucino ficou-se pela tentativa. Era mais café do que leite. A expectativa era alta. Porque estávamos com fome, muita fome. E porque estava a ficar muito frio. Nada aconchegante. 

 

2018, proporciona-me experiências gastronómicas deliciosas. Não me deixes já desiludida. Por favor (olhos do gato da botas).

beijinhos **

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03
Jan18

A última noite do ano

A última noite do ano é também a mais esperado do ano. Por mim não. Não é data a que ligue muito. Peço desejos e projeto novas metas para o ano seguinte. Mas não me importo de passar o ano em casa. Ou de ir ver o fogo de artifício ao Terreiro do Paço. Se calhar, no próximo fim de ano, já estou a querer festejar. E comemorar em grande. Mas este ainda não foi esse ano.

 

E 2017 terminou da melhor forma, com as minhas pessoas. E com uma mesa cheia de coisas boas. Marisco para os pais, pizza para mim. E duas entradas para todos. Rolinhos de bacon e queijo creme. Folhados de massa filo com queijo de cabra e compota de maçã. E para terminar, uma salada de frutas bem boa.

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Para os Rolinhos de bacon e queijo creme,

Dispõem a massa quebrada em cima de uma folha de papel vegetal (à partida já deve trazer), e barram toda com queijo creme Philadelphia. Depois é só disporem as fatias do bacon por cima. Enrolam, tal e qual o salame (sim, agora apetecia-me mesmo uma fatia, porque a desintoxicação já começou, bah). Cortam aos pedaços e forno com os rolinhos.

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Para os folhados com compota de maçã com queijo de cabra,

Derretem manteiga. Cortam a massa filo em quadrados pequenos. Em duas folhas de massa colocam um bocadinho de compota e uma rodela de queijo de cabra. Fecham uma ponta, colocam um pouco de manteiga, para colar. Fecham outro lado, com mais manteiga. E é sempre assim, até obterem um embrulho. Quando todos estiverem prontos, forno com eles. Atenção que a massa filo é muito sensível.

 

Ambas são boas, mas os folhados de compota são bem melhores. Aliás, qualquer coisa neste momento é melhor do que alimentação desintoxicante, snif.

beijinhos **

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27
Dez17

2017 // Food

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O primeiro mês do ano pede comida quente, que nos aconchegue a barriga e o coração. Comi pela primeira vez um brunch e, nunca mais repeti. Por falta de tempo, ou paciência para me levantar mais cedo e prepará-lo. Este é o melhor de Lisboa, e nem saí de casa.

 

Gosto bastante de chocolate. Faça chuva ou faça sol, é o melhor conforto que podemos ter. Ir à Baixa e poder desfrutar de dois conceitos idênticos, e tão deliciosos é fantástico. O primeiro, a Nut’, com os melhores churros que já comi. E, por mais estranho que possa parecer não uma ávida fã de nutella. O segundo, a Kacaoland, com a maior variedade de chocolates e combinações entre eles que nos levam ao (quase) extremo de puxar os cabelos. Aqui há de tudo, para todos os gostos.

 

Gosto especialmente de ir ao Mercado da Ribeira. Para além de ser um espaço bastante agradável, tem muitas opções de escolha. A melhor é mesmo O Prego da Peixaria, que sabe sempre como me satisfazer. É o melhor prego de Lisboa e arredores. Ainda não fui ao restaurante, mas é um dos meus objetivos gastronómicos para 2018.

 

Os dias primaveris têm que ser comemorados com toda a pompa. Os dias quentes merecem um festejo e a Dama e Vagabundo lança os foguetes todos. Estava tudo perfeito. A pizza estava magnífica. Agora, seguem-se as massas.

 

O melhor de fazer anos é mesmo poder comemorar duas vezes. Uma com a família. Outra com os amigos. Há muito que isto não acontecia. Se vou repetir, ainda não sei. Logo vejo. Mas a Hamburgaria do Bairro safou-se muito bem, tão bem que tenciono lá voltar. Aquelas combinações de ingredientes são sensacionais. E os hambúrgueres mensais são muito apetitosos.

 

O início do verão pede sempre lanches tardios e saborosos. Porque os dias são compridos. Porque os fins de tarde são perfeitos e lindos. E porque o Nicolau, em plena Baixa Lisboeta, nos proporciona os melhores lanches, com produtos acabadinhos de fazer. Porque não há melhor forma de brindar ao início daquele que é um amor para a vida toda, o verão.

 

E, apesar de ser mais de sol, praia e mar do que de manta, chuva e sofá, o outono tem cores lindas. Cores que nos aquecem o coração e que nos convidam a passear por lugares incríveis. Não é preciso ir longe, basta ir aos sítios certos. E, a La Boulangerie tem o melhor croissant de Lisboa. Já comi muitos croissants na minha cidade. Este é mesmo o melhor. Confiem em mim.

 

E porque fui a Roma e não provei a verdadeira carbonara, há que fazê-lo mesmo em Lisboa. A dúvida residia em dois restaurantes italianos muito bem cotados pelo público que o frequenta, mas decidimos optar pelo menos caro. A Mercantina é TOP em tudo. A carbonara estava estupidamente divinal e o folhado estava perfeito. 2018, vamos ser presença assídua neste restaurante, quero experimentar toda a carta.

 

E, para terminar em beleza, nada melhor do que um sítio bem agradável e aconchegante. Falo-vos do Choupana Caffé que fez as minhas delicias com a quantidade de coisas boas que nos aconselham. As panquecas chamaram por mim assim que entrei a porta, e agora não quero outra coisa.

beijinhos **

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13
Dez17

Taberna Belga, a primeira vez nunca se esquece

A francesinha é originária do Porto. Ou de Gaia. Mas também há boas francesinhas em Braga. Segundo o meu irmão, das melhores que já comeu. E por isso, levou-nos a comer a verdadeira e mais saborosa francesinha de Portugal.

 

Estava receosa. Porque sou demasiado esquisita e já tinha ouvido dizer que leva muitas coisas diferentes. O molho era o meu maior receio, porque não posso comer de tudo. E as misturas não são muito apreciadas pelo meu organismo. Spoiler n.º1: correu tudo muito bem.

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Spoiler n.º2: apesar de ainda não ter ido ao Porto, comer a verdadeira francesinha, a que comi em Braga é a melhor de sempre. Vão à Taberna Belga, que tem só a maior fila de espera ao almoço. Esperámos mais de 20 minutos por mesa, porque à partida valeria a pena. E valeu. Valeu cada minuto a comer a minha primeira francesinha que estava espetacularmente espetacular (expressão reservada aos direitos de autor).

 

Pessoal de Braga, vocês têm só o melhor restaurante, com a melhor francesinha do mundo.

beijinhos **

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Mariana Sofia

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