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de costas pr'ó mar

Mariana Sofia

16
Fev18

n.º 26, a semana em fotografias

Foi uma semana calma. A última semana antes de voltar à rotina tem que ser assim. Porque preciso de toda a sanidade mental e de toda a força física para começar mais um semestre. O Carnaval passou-me ao lado. E o dia dos namorados também. Mas espero que continuem a divertir-se, mesmo sem máscaras. E que continuem a dar presentes e a dizer aquelas coisas todas bonitas durante o resto do ano.

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Sexta – Não consigo estar sem fazer nada durante muito tempo. Um dia no sofá a ver séries é suficiente para mim. Depois começo a entrar em depressão. Por isso, ando sempre a magicar novas coisas para fazer. Coisas que depois tenham utilidade. Coisas que depois vou usar na decoração. Estes posters são o resultado disso.

 

SábadoFutilidade do mês: manutenção de gel. Um azul, para chamar o bom tempo. E ver se a primavera chega mais depressa.

 

Domingo – Este é o cenário da minha secretária, sempre que as fotografias são tiradas dentro do quarto. Este é back stage de toda a minha produção fotográfica (até me sinto importante, sqn). E um dia ainda vos contar a história das estrelas que aparecem em algumas das fotografias que tiro.

 

Segunda – Como o domingo foi um dia completamente off, a limpeza foi feita de manhã. Não é uma coisa que me dê especial prazer, mas também tem que ser feita. Principalmente porque sofro de alergias. It sucks, I know.

 

Terça – Hoje foi dia de pecado. Porque estas Tigeladas da Beira são ótimas, mas têm demasiado açúcar. Mas dias não são dias, e um dia por semana não faz mal a ninguém. Soon on blog.

 

Quarta – Quando o último dia de férias coincide com o dia de São Valentim, não se pode esperar grande coisa. E começar a série The Good Doctor foi a melhor decisão. Há dias assim.

 

QuintaStorie Time: Ao fim de quase 4 anos no ISCTE, consegui perder-me. Estava eu toda confiante que era aquele o auditório. Não aparecia ninguém, e a hora da aula já estava a ser ultrapassada. Como que tendo sido iluminada, lembrei-me de olhar para a letra do auditório: era um C e não um B. O auditório em que deveria ser a aula era do outro lado, segundo indicação do segurança. Algum dia tinha que acontecer. E o Kinder sobreviveu, porque eu consegui resistir.

beijinhos **

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15
Fev18

Review // Para a Minha Irmã

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Abordar temas controversos é complicado. Mas haverão sempre pessoas que se arriscam, e que o fazem com uma simplicidade e sensibilidade perfeitas. Jodi Picoult é uma dessas pessoas, capaz de transferir os acontecimentos mais inesperados e comoventes da vida real para os seus livros. É com os temas polémicos que nos agarra, e fá-lo de uma forma ímpar.

 

A combinação do material genético específico ainda está longe de fazer parte do nosso vocabulário corrente e das nossas preocupações diárias. Porque os assuntos polémicos tendem a tornar-se assuntos tabu. Segue-se a emancipação médica, a melhor solução encontrada por uma criança que ter controlo total sobre o seu corpo. A isto alia-se a rebeldia de um irmão que de tudo fez para salvar a irmã, mas que nunca foi compatível. Por outro lado, estão os pais que, ora de acordo, ora em desacordo, fazem o que acham mais correto para salvar a sua filha, esquecendo-se que ainda têm mais dois filhos. As relações familiares são assim, complexas.

 

E, se antes eu dizia que nunca iria conceber um filho com características genéticas para salvar outro filho, hoje não o faço, e muito menos penso nisso. Porque não sabemos o que nos espera. Não sabemos se seremos compatíveis, se for necessário um transplante de medula. Não sabemos se os nossos filhos serão saudáveis o suficiente. Não sabemos nada, na verdade. E os pais fazem aquilo que têm que fazer pelos filhos. Para os salvar. Se sacrificar um filho em prol do outro é o mais correto? Não sei. Se vale tudo para salvar a vida de um filho? Não sei. Cientificamente temos um leque de possibilidades. E eticamente, vale tudo? Não sei. Nunca saberei.

beijinhos **

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13
Fev18

Hoje ninguém leva a mal.

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Mas só hoje porque é Carnaval. Bem, depende do estado de espírito para ir brincar ao carnaval. A minha pessoa, por mero exemplo, não gosta do carnaval. E levarei a mal, caso leve com ovos, farinha e afins (na praxe é diferente e com um propósito bem mais divertido, não confundir). Muito menos quero sair a porta do meu prédio e cair-me, como que por obra divina, um balão de água em cima. Está frio. E ficar doente não é uma cena que me dê especial prazer.

 

É importante reter que não tenho nada contra quem gosta de se mascarar e de brincar ao Carnaval. Aliás, o Carnaval de Torres Vedras têm uma vibe muito boa, e ainda será uma experiência que quero ter. Mas acho que as coisas devem ser feitas de forma consciente e sem atingir quem não se revê nestas brincadeiras. Também eu já brinquei ao carnaval. Também eu já me mascarei, quando era mais pequena. E quase sempre de bruxa, vá-se lá saber porquê.

 

Não me agrada o excesso que se comete nesta altura do ano (e nas outras também não), mas esta lógica de se vestirem de forma diferente e usarem uma máscara só para poderem ser aquilo que sempre quiseram ser, dá-me comichão. Durante 1 dia ou 1 semana inteira, as pessoas exageram nos seus comportamentos só porque é carnaval e ninguém leva a mal.

 

Gosto de me divertir de outras formas. Sem excessos que me façam ter atitudes que nunca teria ou das quais não me lembrarei tão cedo. Sem máscaras e sem fatos de super-heróis para adultos. Mas confesso que as crianças mascaradas ficam um mimo. E saltam. E gritam. E brincam muito. Divertem-se sem estragar, sem magoar ninguém. E era assim que todos deviam brincar ao carnaval. 

 

Agora, ide lá brincar ao carnaval e aproveitar as últimas horas do último dia de carnaval. Depois começa a contagem decrescente para a páscoa. 

beijinhos **

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09
Fev18

n.º 25, a semana em fotografias

Começo a ficar deprimida só de pensar que para a semana regresso à rotina. E o facto das noites continuarem para lá de gélidas, não ajuda. Porque vou sair dois dias às 22h30. E eu quero estar no quentinho. O que safa toda esta situação é o facto de ter um fim de semana prolongado sempre. Para ler. Para ir comer fora. Para ver séries. Para continuar com a rotina das férias, que me sabe tão bem.

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Sexta – A semana acaba com um tiro certeiro na escolha de um local para almoçar. O Zero Zero já faz parte da minha lista de experiências gastronómicas há muito, e foi finalmente o dia de lá ir. Sobre a pizza, para a semana já vão saber tudo.

 

Sábado – Gosto de pequenos almoços caprichados. E uns scones acompanhados por uma chávena de chá bem quentinho é o melhor que posso pedir em dias frios. By the way, quando é que te vais embora massa de ar polar?

 

Domingo – Fim. O primeiro livro do ano já está terminado. A Jodi Picoult escreve muito bem. Para a Minha Irmã é um bom livro, e em breve vou falar-vos dele. Já na próxima semana, não se apoquentem.

 

Segunda – Há 3 dias seguidos que não saio de casa. A manta é a minha melhor amiga. E o saco de água quente também. Porque está um frio insuportavelmente insuportável. Viajei até à Antártida e não me lembro.

 

Terça – Temperatura: 8ºC. Sensação Térmica: 4ºC. E eu na rua, a comprar coisas giras para fazer coisas ainda mais giras. Uma onda de criatividade apoderou-me de mim. Podia ser assim todos os dias. E principalmente na reta final da entrega de trabalhos.

 

Quarta – Como não consigo estra quieta, ando sempre a inventar. Às vezes corre bem, outras vezes nem por isso. Vamos ver o que sai daqui. E depois mostro-vos tudo. Quem adivinhar, ganha um rebuçado. À escolha.

 

Quinta – Uma pessoa vê o primeiro. Uma pessoa vê o segundo. E, como é óbvio, uma pessoa vai ver o terceiro. Sim, estou a falar do filme Cinquenta Sombras Livre. E posso dizer-vos já que ele não aparece como deus o deixou no mundo. E que não existem cenas escaldantes, nem tão pouco mais ou menos. E que foi o que mais gostei dos três.

beijinhos **

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08
Fev18

Instagram, uma app que não funciona sozinha.

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O instagram é a minha rede social preferida. Aliás, é a única onde vou recorrentemente, várias vezes ao dia. Porque sendo eu uma verdadeira apaixonada por fotografia, o instagram é o meu álbum virtual de eleição. Onde ponho as minhas melhores fotografias. E onde me inspiro para algumas fotografias que gostaria de tirar. Por isso, é a propósito das perguntas que chegam até mim, sobre as minhas fotografias e a sua edição, que vos vou falar da minha experiência. O que funciona comigo pode não funcionar com vocês, mas é a experimentar e partilhar ideias que chegamos lá.

 

01. Feed

O feed é uma das coisas mais importantes no instagram, dizem por aí. Não faço uma grande gestão das cores, porque tudo depende das condições em que a fotografia foi tirada. Nem sequer me preocupo em tirar fotografias sempre com a mesma cor de fundo, simplesmente porque não tenho paciência. Opto antes por uma organização, mais ou menos, idêntica. No verão, as fotografias são intervaladas entre a minha pessoa e tudo o que me rodeia. No inverno, como há menos oportunidade para fotografar, há mais fotografias do que está ao meu redor do que minhas. O feed não têm que obedecer a nenhuma regra de organização, deve antes espelhar aquilo que vocês mais gostam. Basicamente, o vosso feed do instagram é uma parte de vocês próprios.

 

02. Interação

A interação é uma componente difícil de gerir. Não podemos estar sempre a contar com o mesmo número de seguidores, porque as pessoas seguem só por seguir. Para angariar mais followers, seguem tudo o que é conta. Depois deixam de seguir, com apenas um click. Há até quem compre seguidores. Eu não entendo estas pessoas. A interação vai muito além de seguir ou não alguém. Passa por responder às histórias, mesmo que sejam as mais parvas de todas. Ou comentar as fotos, mesmo que seja apenas com um elogio simbólico. Ou colocar gosto nas fotografias. Responder às dúvidas que são colocadas. Ou até mostrar que têm um ponto de vista diferente sobre uma coisa que lá é exposta. Não interajo com todos os seguidores que tenho, claro que não. Apenas com aqueles que se mostram mais abertos a isso. Aqueles que interagem comigo.

 

03. Timming

Existem horas e dias para se publicar uma foto. Sim, eu faço parte deste grupo de pessoas. Porque se eu coloco lá fotografias espero que atinjam o maior número de pessoas. Se fosse apenas para serem vistas por mim, ficavam no meu telemóvel ou na máquina. Existe uma aplicação – UNUM – que vos indica quais os melhores dias da semana e as melhores horas. Depende muito da atividade dos vossos seguidores.

 

04 . Edição

Este elemento é aquele que merece mais dúvidas. As minhas fotografias são todas tratadas numa única aplicação de edição – VSCO. A grande maioria já conhece e até já utiliza. Mas nem todos somos iguais, e há quem ande a leste desta preciosidade. Os filtros que mais uso são o A4, A5, A6. Às vezes uso o C1, o M5 e o P5. Ainda mexo na luminosidade, contraste, nitidez, saturação, destaques e tom de pele. Cada fotografia merece uma atenção especial. Há aquelas que precisam de mais cor ou mais luz. Outras basta mexer na saturação. As fotografias não são todas tiradas debaixo da mesma luz, com os mesmos elementos e, por isso, não podem ser tratadas todas de igual forma.

 

E com isto tudo, já foram espreitar o meu instagram?

beijinhos **

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Mariana Sofia

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