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de costas pr'ó mar

Mariana Sofia

Qui | 28.06.18

Bye, junho!

O que eu mais queria era dizer-vos que o passado fim de semana foi o melhor da minha vida, e que tive uma experiência extraordinária no RockinRio. Mas, na verdade, não tive. Não fui ao RockinRio ver artistas do meu agrado porque achei o bilhete caro, estava com receio das minhas expectativas demasiado elevadas, e sair de lá desiludida. E o que vi na televisão só subiu ainda mais as expectativas, e deu-me a certeza de que não vou perder esta experiência em 2020.

 

Mas nem por isso junho deixou de ser um bom mês. Ou não fosse o mês do começo da melhor época do ano – o verão. A época do chinelo no pé e da areia no corpo todo está oficialmente aberta. E eu já dei o primeiro mergulho do ano, aproveitando a água demasiado quente da Costa de Caparica. Sol, vê lá se te orientas, e aqueces mais um bocadinho.

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Experiências Culinárias e Gastronómicas

Junho foi igualmente um bom mês nas nossas degustações gastronómicas. Ainda no último dia do mês de maio, fiz da minha mãe uma fã dos cachorros do Frankie. Seguiu-se a Pizzaria Lisboa para dar as boas vindas aos dias quentes e solarengos. E, da nossa cozinha saíram uns petiscos perfeitos para as noites de verão, e para os jogos da nossa seleção; e até uma tarte de manteiga de amendoim.

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Sítios giros

E se maio terminou com um passeio pelas zonas mais inde Lisboa - o LxFactory e o Village Underground, que nos vão valer mais umas quantas visitas – junho foi o mês de ir, finalmente, conhecer os Jardins do Palácio de Queluz, que me fizeram regressar e recordar Roma com uma nostalgia enorme. E passear pela Baixa Lisboeta nunca é demais.

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Filmes, Séries e Livros

Junho viu o fim da 14ª temporada de Grey’s Anatomy, e do retomar de This Is Us (vamos lá ver se termino esta série antes do fim do verão). E, no que toca aos livros, o primeiro dia de praia foi o mote perfeito para terminar O Fabricante de Bonecas de Cracóvia. A Feira do Livro permitiu-nos adquirir mais dois livros – Os Loucos da Rua Mazur e Perguntem a Sarah Gross que se juntaram a uma pilha considerável de livros que ainda não lemos.

 

Mas junho foi definitivamente o mês dos filmes. E verdade seja dita, acho que vi mais filmes este mês do que no ano passado, durante os 12 meses. Amigos, Amigos, Telemóveis à parte - uma criação italiana, mais virada para o drama do que para a comédia. BayWatch – é bom, mas não é genial. Chovem Almôndegas– deixou-me confusa quanto à mensagem transmitida, e não me deu vontade de ver a segunda parte. Elementos Secretos – foi sem dúvida um dos melhores filmes que já vi, com uma mensagem extraordinária, e com um argumento genial. Patrulha de Doidos – perfeito para exercitar o abdominal com tanta gargalhada. Bailarina – um filme infantil muito bem pensado, com uma mensagem muito importante, em especial para os graúdos. Una – Negra Sedução – quase duas horas de tempo perdido. E Três Cartazes à Beira da Estrada – com um Óscar tão merecido.

 

Julho vem com novos desafios, e novos projetos. Planos já tenho, e vocês?

beijinhos **

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