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de costas pr'ó mar

Mariana Sofia

Seg | 06.08.18

É simples.

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Isto de tentarmos ser felizes às vezes cansa. Não é a felicidade que nos cansa, mas sim a procura incessante pela mesma. Porque a felicidade resume-se aos padrões definidos pelos outros, pela sociedade, por todos os que estão à nossa volta. E a verdade é que perdemos demasiado tempo à procura daquilo que está mesmo diante dos nossos olhos.

 

Porque não precisamos de muito para sermos felizes. Às vezes parece que não, mas é nas pequenas coisas que encontramos aquilo por que tanto procuramos. A felicidade está mesmo nas pequenas coisas, nos momentos simbólicos com as pessoas especiais.

 

Às vezes demasiado tempo que acabamos por nos esquecer daquilo que realmente importa. O convívio com os melhores amigos. O pôr do sol nas noites quentes, dos longos dias de verão. E a praia, o chinelo no pé, e a areia em sítios improváveis. O calor nas costas em agosto. O café matinal que nos dá energia para os dias de trabalho infinito. As férias em família, os almoços que se prolongam pela tarde fora, e os serões de piadas secas. As experiências inesquecíveis com as pessoas extraordinárias.

 

A felicidade é aquele olhar brilhante que se completa com aquele sorriso tímido. É a bola de gelado e a bola de Berlim. É o verão, o sol, e os dias quentes e abafados. É o regresso do outono com as folhas de todas as cores caídas no chão; e da primavera, com os campos floridos e cheios de vida. É o inverno, os dias de chuva miudinha, a manta e o calhamaço literário. É o natal, e toda a família reunida à volta de uma mesa.

 

A felicidade está nas pequenas coisas. E não precisamos de ir à sua procura.

beijinhos **

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