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de costas pr'ó mar

Mariana Sofia

Ter | 14.05.19

Porto, dia 02

A casa onde ficámos alojados tem a localização perfeita. Mesmo no centro histórico do Porto, o que nos permitiu uma deslocação facilitada para os pontos turísticos que queríamos mesmo visitar e algumas ruas mais escondidas que também tiveram lugar no nosso roteiro. Mas, estar mesmo ao pé dos Clérigos, a uma sexta feira à noite, tendo uma pontaria certeira no início da Semana Académica do Porto, permitiu-nos poucas ou nenhumas horas de sono. Aquela malta tem energia {e umas cordas vocais de fazer inveja a muita gente, digo-vos já!} que nunca mais acaba. E se pensam vocês que nos arrastamos durante o dia, enganam-se.

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Tomámos o pequeno almoço no Costa Coffee, com opções para todos os gostos e regimes alimentares {o leite de amêndoa já faz parte das suas opções!}. E rumámos até ao Miradouro da Nossa Senhora da Vitória, passando por mais uma das ruas emblemáticas, cheias de vida, cor e pormenores encantadores, tão características do Porto, a Rua de S. Bento da Vitória.

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Dali, rumámos em direção aos Jardins do Palácio de Cristal {com um esticão um bocadinho maior do que esperávamos, mas lá chegámos ao destino!}. Qual não foi o nosso espanto quando percebemos que grande parte dos jardins estavam em obras de requalificação. Se ainda não tínhamos desculpas suficientes para voltar, aqui está mais uma. E a vista sobre a Ribeira? É linda, linda, linda.

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Já vamos a meio do dia e, por isso, depois de aconchegar o estômago na Pizzaria Luzzo fomos até à Ribeira. Sempre a descer por ruas mais bonitas do que aquelas que já tínhamos  visto. O Cais da Ribeira tem demasiadas pessoas. Para se conseguir respirar. Para se conseguir apreciar o que quer que seja. Para fotografar. Para correr ou desfrutar dos dias de sol. Para comprar a típica lembrança. Ou até para conseguir perceber se vale a pena fazer a travessia das seis pontes. O cheiro a comida é intenso e confuso. Os restaurantes, tascas e tasquinhas multiplicam-se no pouco espaço que existe. A Ponte D. Luís I é uma das principais atrações turísticas e, claro está que fomos até Vila Nova de Gaia a pé. E sim, conseguimos ver um jovem, com um parafuso a menos, a saltar para o rio. Com um fato térmico e tudo.

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O calor que se fez sentir nestes dias foi muito bom. Mas também acelerou o cansaço que já se fazia sentir. Por isso, assim que chegamos ao Terreiro da Sé do Porto, já não tivemos força para ir visitar a Catedral. Ficámos apenas a descansar e apreciar a vista magnífica sobre o Porto. Olhem, mais uma desculpa para voltar. E podemos já acrescentar o Mercado do Bolhão. A Igreja das Carmelitas. A Foz do Douro. A Casa da Música. E outras tantas e tantas ruas que ficaram por visitar.

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O resto do dia foi mais calmo, até porque já só queríamos aproveitar o sunset. A Miss Pavlova recebeu-nos para um lanche. E foi o motivo da nossa grande desilusão. O aspeto é muito superior à qualidade. E o preço então nem se fala. Talvez por estarmos habituados a pavlovas caseiras e cheias de sabor, as que ali comemos não nos encheram as medidas. Sobre o jantar, está tudo aqui.

beijinhos **

Ainda sobre o Porto,

Porto, dia 01