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de costas pr'ó mar

Mariana Sofia

Qua | 14.03.18

Review // Harry Potter 1.0

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Nunca digas nunca. E ter dado uma oportunidade à J.K. Rowling e ao Harry Potter até foi uma boa surpresa. Não que a fantasia tenha passado a ser o meu género literário de eleição. Longe disso. Nem sequer devorei o livro em menos de uma semana. Mas já terminei o segundo. E o terceiro já está na minha mesa de cabeceira. Tenho dois na estante. E vou querer ler todos.

 

... vão escrever-se livros a seu respeito, todos (…) conhecerão o seu nome.”

 

É uma boa história fantástica. Há muito mistério envolvido. Muita aventura e muitas criaturas fantásticas. Outras nem tanto. Os livros do Harry Potter são bons para qualquer idade. Porque nos permitem fugir à rotina, e àquilo que deveria ser a normalidade. E isso é bom. Como também é bom podermos sair da nossa zona de conforto e permitir que a nossa imaginação nos leve a um campo de Quidditch. E deixar de ser mais um muggle por algumas horas também é uma boa sensação.

 

Harry Potter e a Pedra Filosofal é o primeiro livro desta saga. É muita a informação a reter, mas há sempre aqueles personagens dos quais não nos esqueceremos. O Dumbledore e a professora McGonagall são os meus favoritos, à semelhança do Hagrid, sempre sonhador. A família Weasley conquistou-me. Uma família onde o dinheiro não abunda, mas onde cabe sempre mais um. Onde a humildade reina, e as aventuras também. Não gostei da Hermione, mas a primeira impressão enganou-me. Achei que fosse muito metida, com a mania que era melhor do que os outros, principalmente por andar sempre com o braço no ar. Afinal é só interessada e muito inteligente, além de preocupada com os seus melhores amigos, sempre disposta a safá-los dos sarilhos em que se metem. Porque “há certas coisas que depois de partilhadas, nos obrigam a gostar uns dos outros”. Já o little Malfoy precisava de umas quantas lamparinas naquela carinha pálida, para ver se arrebitava e orientava os seus valores e as suas ideias.

 

Um dia ainda gostaria de ir até a Diagon-Al. Já jogar Quidditch parece-me perigoso, principalmente sem ter os pés assentes na terra. Confesso até que ter em meu poder uma vassoura, me traria anos de vida. O transporte seria tão mais rápido. E aquele manto de invisibilidade do Harry? Seria a cereja no topo do bolo.

beijinhos **

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