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de costas pr'ó mar

Mariana Sofia

Seg | 07.05.18

Séries, uma mão cheia delas.

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Sempre fui mais de séries do que de filmes. O facto das séries serem por episódios sempre foi o que mais me cativou. Ter que esperar por mais um episódio durante uma semana, ou quase uma ano (demasiado sofrimento em final de temporada, snif) é muito mais aliciante do que ter a história toda condensada em 90 minutos.

 

E, ainda antes de conhecer as maravilhas da Internet e, consequentemente dos seus sites menos legais para ver filmes e séries, limitava-me a seguir a série Grey’s Anatomy na FoxLife. Estão a ver a imaginar a minha felicidade quando descobri que poderia ver mais do que uma série, e não ter que esperar uma eternidade até que a próxima temporada fosse transmitida em Portugal, apenas com um computador à minha frente.

Normalmente nunca vejo as séries assim que acabam de sair. Espero sempre quando já têm algumas temporadas para não me deixar influenciar por modas. Depois há aquelas que me cativam logo no primeiro episódio, e seguem a premissa “soma e segue”. Aconteceu com The Vampire Diaries e com Pretty Little Liars. Não me julguem, vá. Todos temos as nossas fraquezas. E depois há aquelas que se vão vendo, enquanto se esperam por episódios das outras. É o caso da séries Gossip Girl e Empire. O fascínio foi-se perdendo, e ficaram em stand by.

 

E depois existem aquelas séries que nos cativam tanto que vemos um episódio todos os dias. Ou dois, quando calha no episódio 13 (demasiado supersticiosa, I know!). Grey’s Anatomy foi a primeira série da minha vida. E, por isso, é aquela que eu sigo religiosamente. Um drama que reúne vários dilemas da vida quotidiana, em conjugação com questões éticas que normalmente só acontecem aos outros. Mas aquela Kepner já me anda a causar comichões. The Good Doctor foi aquela surpresa fantástica. Porque podemos ser o que quisermos, independentemente das limitações que tenhamos. Porque é preciso sonhar, acreditar, e fazer acontecer.

 

Chicago Fire é aquela paixão arrebatadora, que me conquistou na televisão, a um sábado depois do almoço. Não dá para ficar indiferente a pessoas comuns que enfrentam aquilo que mais temo, em prol do bem comum. E, quase na mesma linha, temos The Brave, a única série que sigo na televisão, no AXN. Militares americanos que combatem em países do Médio Oriente, sob as mais adversas condições. Um tiro falhado e a missão fica em risco. Um erro, e a vida de inocentes fica em risco. E o meu coração fica demasiado acelerado nas perseguições e nas fugas.

 

Como ainda não chegam, Black Mirror e This is us são as mais recentes descobertas. Boas descobertas, mas não são aquele amor para a vida toda. Com a primeira tenha uma estranha relação. Os episódios são bons, mas estranhos ao mesmo tempo. E o facto de retratarem os efeitos nefastos das tecnologias assusta-me, confesso. Já com a segunda, a minha relação é de profunda nostalgia. Por isso, não consigo ver um episódio quando estou num estado de extrema felicidade. Não dá, porque não combina. Agora quando estou mais deprimida, ou com TPM, é a minha melhor companhia.

beijinhos **

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