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de costas pr'ó mar

Mariana Sofia

Sex | 26.10.18

Uma introspeção necessária.

Quem nunca teve a necessidade de fazer uma introspeção, que levante a mão. Cá eu, gosto muito de o fazer, de quando em vez. E, por isso, hoje vamos refletir sobre aquilo que somos, e sobre aquilo em que nos tornámos. 20 perguntas intimistas que revelam um bocadinho mais da minha essência. Sem filtros.

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Como é o teu dia ideal?

Sofá, manta e séries. Vá malta, estamos no outono, e os dias já pedem estes momentos aconchegantes.

 

O que querias ser quando eras mais novo{a}?

Uma princesa. E pediatra. Ou médica. Também passei pela fase da professora, ou atriz. Ainda tive uma ligeira passagem pelas forças de segurança, e pelos médicos sem fronteiras. Até que cheguei ao mundo da comunicação. Uma relação inequívoca.

 

Quem é a tua inspiração? Porquê?

Os meus pais, por toda a força e garra que têm. Por toda a determinação em alcançar um bocadinho mais. Pela partilhas dos melhores momentos. Pelo amor incondicional que tem. E pelo esforço que fazem todos os dias, para me proporcionarem o melhor.

 

Quem gostarias de conhecer? O que lhe dirias?

Sinceramente, não sei. A verdade é que há um conjunto de pessoas com quem gostaria de trocar “cinco dedos de conversa”, mas quando surgir essa oportunidade, por mero acaso ou não, logo se vê o que lhes vou dizer.

 

Qual o hábito que gostarias de quebrar? Qual o hábito que gostarias de iniciar?

Não que seja um mau hábito, mas gostaria de conseguir comer menos chocolates {só e apenas porque as borbulhas não são minimamente atraentes!}. E gostaria de voltar ao ginásio. Porque fazer exercício é um hábito tão bom, e tão libertador.

 

Pensa numa pessoa que admiras. Quais as qualidades que admiras nessa pessoa?

Determinação. Foco. Paixão. E garra.

 

Como gostas de relaxar?

Chuva lá fora. Vela acesa. Um bom filme. Ou um bom livro. E uma caneca de chá quente. Ouvir o mar revolto, a bater nas rochas. Ou sentir a areia nos pés.

 

Quando foi a última vez que fizeste algo que tinhas medo?

Não é bem medo, mas não acho grande piada a elevadores. E não é certamente um medo que me atinge de tal forma, porque ando todos os dias de elevador; mais do que uma vez, até.

 

Do que estás mais orgulhoso{a}?

Cliché dos clichés, estou muito orgulhosa da pessoa em que me tornei. Orgulhosa de tudo aquilo que já conquistei, por força de toda a dedicação e empenho que coloco em tudo aquilo que faço.

 

Do que tens mais medo?

Perder as minhas pessoas.

 

Se a vida acabasse hoje, do que te arrependias de não ter feito?

Acho que não nos devemos arrepender daquilo que não fizemos. O timming não era o mais acertado e, por isso não aconteceu. Se não aconteceu, não tinha que acontecer.

 

Quais as qualidades que mais admiras nos outros?

Determinação. Foco. Empenho. Paixão. Garra. Simplicidade. E humildade.

 

Quais as habilidades que gostarias de ter?

Gostava muito de saber costurar. Com linha e agulha. Ou com uma máquina de costura. Tenho muitas ideias, e bem giras até. O jeito é que não é muito.

 

Imagina que regressavas aos anos 90. Que memórias gostarias de ter? 

Memórias dos meus avós paternos. A minha avó já não era viva, e o meu avô morreu meses depois de eu ter nascido. Mas gostava muito de ter construído algumas memórias com eles. Porque, apesar de não os ter conhecido, sempre que olho para a fotografia que está na sala, sinto-me protegida.

 

Qual o teu livro/filme/música preferida?

Livro: A Contadora de Histórias

Filme: A Bela e o Monstro

Música: Paraíso

 

Se pudesses mudar alguma coisa no mundo o que farias?

Mais um cliché. Acabava com a guerra. Com a fome. E com a pobreza.

 

O que desejarias fazer mais?

Saltar de um avião. Viajar pelo mundo fora. Ir à lua {e voltar no mesmo dia}. Ler tantos livros, quantos dias tem um ano. Comer nos melhores restaurantes. E festejar cada conquista.

 

Vamos saltar um ano. O que gostarias de ter alcançado nesse último ano?

Dissertação defendida. Férias de verão perfeitas. Primeiro emprego, check. E o amor bateu à porta.

 

Qual o conselho que darias ao teu eu de 5 anos; de 16 anos e de 21 anos?

5 anos. Brinca até te cansares. Vê todos os filmes da Disney. E come os doces que tu quiseres.

16 anos. Não te preocupes tanto com aquilo que os outros dizem. Não queiras amigos em quantidade, mas sim em qualidade.

21 anos. Continua assim. Está num bom caminho. Mas sê mais paciente. Quando tiver que acontecer, vai ser o melhor da tua vida.

 

Como queres ser lembrado{a} na vida?

Por aquilo que fui. Por aquilo que conquistei, sempre por mérito próprio. Pelo meu mau feito, e pela minha garra. Por todos os sonhos que preencheram os meus dias, e por todas as metas que alcancei.

 

Foi a Inês quem deu o mote para esta reflexão. Já eu, surripiei-lhe as perguntas. E vocês sintam-se livres para responder.

beijinhos **

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